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FUNDAMENTAÇÃO DO PLANO DE
FORMAÇÃO PARA 2006
Na apresentação do Plano de
Formação do CENFOCAL para 2006, que foi elaborado, como habitualmente, de acordo
com as solicitações que as nossas Escolas/ Agrupamentos Escolares nos fizeram
chegar através dos seus representantes na Comissão Pedagógica, aproveitamos para
saudar todos os colegas e demais agentes educativos, desejando-vos um bom ano de
trabalho (e de formação) e disponibilizando-nos, como sempre, para tratar de
todo e qualquer assunto relacionado com a formação contínua do pessoal docente e
não docente.
Ao apresentar o Plano de
Formação para 2006, é nosso dever informar que este não é o Plano que
pretendíamos, o Plano Ideal que foi aprovado pela Comissão Pedagógica do
Cenfocal, diríamos sim que é o
Plano de Formação Possível, ditado pelas restrições que são comuns a todo o
país e que são de todos por demais conhecidas e que, no caso concreto da
formação contínua e segundo informações que nos foram transmitidas pelos
responsáveis nacionais do Prodep, essas restrições foram ditadas, entre outras
razões, pelo facto de 2006 ser o último ano do actual Q.C.A. e as verbas
disponíveis serem bastante inferiores às dos anos transactos. Daí que não
tivessem sido financiadas todas as acções de formação inicialmente previstas no
Plano de Formação que o Cenfocal
apresentou, o que aconteceu com a generalidade dos Centros de Formação,
justificadas pelos responsáveis pela
“(…) introdução de novas
orientações em matéria de política de formação contínua de professores,
designadamente em termos de definição de objectivos e áreas prioritárias para
efeitos dos apoios financeiros a conceder no âmbito da actual candidatura, em
articulação com as restrições financeiras, determinou a adopção de uma nova
metodologia de análise, visando a selectividade dos planos de formação e da
oferta formativa em função da sua adesão às prioridades fixadas por despacho da
Tutela (…). Assim, e apesar da capacidade técnica/organizacional demonstrada em
pedidos de financiamento anteriores bem como da qualidade global do Plano de
Formação proposto, só foi possível propor a financiamento 7 acções/7 turmas, das
14 turmas solicitadas (…)”.
Apesar destas, e doutras,
restrições e dificuldades que têm incidido sobre as classes profissionais
destinatárias da formação que promovemos, esperamos/ desejamos que a continuação
do vosso empenho e participação activa na elaboração dos projectos formativos a
apresentar ao Cenfocal, possam
constituir-se num garante da sua efectiva qualidade e utilidade e contribuir
para a valorização do desempenho profissional e pessoal dos intervenientes
envolvidos.
Por fim, queríamos igualmente
destacar a avaliação globalmente positiva verificada em relação aos processos
formativos desenvolvidos em 2005, à semelhança do que já se verificara em 2004,
continuando a apelar aos intervenientes nas acções de formação inseridas no
Plano de Formação/ 2006 para o rigor que deverá ser posto na avaliação efectuada
aos processos formativos em que intervenham, pois só assim poderemos ter um
verdadeiro retorno da forma como os mesmos decorreram.
P’la Comissão Pedagógica
O Director do
CENFOCAL: Francisco Manuel Valadas Abreu
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