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Plano de Formação 2006

 

 

 
Acções de Formação
Acção nº 01/2006
Acção nº 07/2006
Acção nº 09/2006
Acção nº 15/2006
Acção nº 16/2006
Acção nº 13/2006
Acção nº 17/2006
Documentos
Plano 2006
Trabalhos Formandos
Ficha Pessoal Docente
Ficha P. Não Docente
 
 

Relatório de Avaliação Interna da Candidatura 2006

 

 FUNDAMENTAÇÃO DO PLANO DE FORMAÇÃO PARA 2006

 

Na apresentação do Plano de Formação do CENFOCAL para 2006, que foi elaborado, como habitualmente, de acordo com as solicitações que as nossas Escolas/ Agrupamentos Escolares nos fizeram chegar através dos seus representantes na Comissão Pedagógica, aproveitamos para saudar todos os colegas e demais agentes educativos, desejando-vos um bom ano de trabalho (e de formação) e disponibilizando-nos, como sempre, para tratar de todo e qualquer assunto relacionado com a formação contínua do pessoal docente e não docente.

Ao apresentar o Plano de Formação para 2006, é nosso dever informar que este não é o Plano que pretendíamos, o Plano Ideal que foi aprovado pela Comissão Pedagógica do Cenfocal, diríamos sim que é o Plano de Formação Possível, ditado pelas restrições que são comuns a todo o país e que são de todos por demais conhecidas e que, no caso concreto da formação contínua e segundo informações que nos foram transmitidas pelos responsáveis nacionais do Prodep, essas restrições foram ditadas, entre outras razões, pelo facto de 2006 ser o último ano do actual Q.C.A. e as verbas disponíveis serem bastante inferiores às dos anos transactos. Daí que não tivessem sido financiadas todas as acções de formação inicialmente previstas no Plano de Formação que o Cenfocal apresentou, o que aconteceu com a generalidade dos Centros de Formação, justificadas pelos responsáveis pela “(…) introdução de novas orientações em matéria de política de formação contínua de professores, designadamente em termos de definição de objectivos e áreas prioritárias para efeitos dos apoios financeiros a conceder no âmbito da actual candidatura, em articulação com as restrições financeiras, determinou a adopção de uma nova metodologia de análise, visando a selectividade dos planos de formação e da oferta formativa em função da sua adesão às prioridades fixadas por despacho da Tutela (…). Assim, e apesar da capacidade técnica/organizacional demonstrada em pedidos de financiamento anteriores bem como da qualidade global do Plano de Formação proposto, só foi possível propor a financiamento 7 acções/7 turmas, das 14 turmas solicitadas (…)”.

Apesar destas, e doutras, restrições e dificuldades que têm incidido sobre as classes profissionais destinatárias da formação que promovemos, esperamos/ desejamos que a continuação do vosso empenho e participação activa na elaboração dos projectos formativos a apresentar ao Cenfocal, possam constituir-se num garante da sua efectiva qualidade e utilidade e contribuir para a valorização do desempenho profissional e pessoal dos intervenientes envolvidos.

Por fim, queríamos igualmente destacar a avaliação globalmente positiva verificada em relação aos processos formativos desenvolvidos em 2005, à semelhança do que já se verificara em 2004, continuando a apelar aos intervenientes nas acções de formação inseridas no Plano de Formação/ 2006 para o rigor que deverá ser posto na avaliação efectuada aos processos formativos em que intervenham, pois só assim poderemos ter um verdadeiro retorno da forma como os mesmos decorreram.

 

 P’la Comissão Pedagógica

O Director do CENFOCAL: Francisco Manuel Valadas Abreu